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Óbito / Arnaut: Portugal e a ética “mais pobres”, Jaime Ramos

21 de Maio 2018

Jaime Ramos (PSD), ex-governador civil de Coimbra, declarou, hoje, ao “Campeão”, que “Portugal e a ética ficaram mais pobres” devido ao falecimento de António Arnaut (advogado e escritor).

Para o médico e presidente da Fundação ADFP, o extinto foi “uma das personalidades mais importantes da região”, além de ter sido “consciência moral que faz falta em Portugal e no PS”.

Contemporâneo do co-fundador do Partido Socialista no desempenho de actividade política, o médico e outrora deputado social-democrata à Assembleia da República conheceu o advogado e escritor, há 40 anos, enquanto opositores ideológicos.

“Na década de 80 [do século XX], passei a ter elevada consideração, respeito, admiração e afecto [por António Arnaut], como se pode construir por um irmão mais velho”, acentua o ex-governador civil de Coimbra.

Segundo Jaime Ramos, a ADFP usufruiu de “opiniões sábias” facultadas pelo extinto à instituição na qualidade de membro do Conselho de Estratégia da Fundação.