Coimbra  21 de Março de 2019 | Director: Lino Vinhal

Semanário no Papel - Diário Online

 

António Barreiros

O senhor Criogénio…

20 de Fevereiro 2019

Juventus' Portuguese forward Cristiano Ronaldo celebrates after scoring during the Italian Serie A football match Juventus vs Frosinone on February 15, 2019 at the Juventus stadium in Turin. (Photo by Marco BERTORELLO / AFP) (Photo credit should read MARCO BERTORELLO/AFP/Getty Images)

A Criogenia, um tratamento que está em voga para certos desportistas e não só, cria ídolos que conhecemos.

Um dos atletas que mais usa este sistema é o nosso futebolista CR7.

Ele, apesar da idade, e quando faz exames, regista-se que teria menos uns 10 anos, dos que lhe são atribuídos.

O ora jogador do Juventus aposto nesta técnica que, e por ser complicada, tem de ter, quando administrada, um técnico de saúde, vulgarmente um médico, a vigiar a sessão.

Demos uma espreitadela neste conceito:

Também conhecida por “terapia com frio” (do grego kryos – frio e terapia), a crioterapia envolve a exposição do corpo a temperaturas muito baixas (entre -110° e -190°), durante um a três minutos. As suas propriedades vasoconstritoras, analgésicas e anti-inflamatórias, ajudam na recuperação do esforço muscular intenso, aliviam a dor, podem prevenir lesões e têm benefícios na saúde e na beleza.

A exposição por curtos períodos de tempo a temperaturas extremamente baixas permite encurtar o tempo de recuperação após doença ou intervenção cirúrgica, reduzindo a quantidade de medicação e a dor, facilitando a fisioterapia de recuperação. Tonifica e fortalece os vasos sanguíneos, previne o aparecimento de aranhas vasculares, tonifica a pele, reduz a celulite, restaura o metabolismo e aumenta a sensação de bem-estar. Além disto, o corpo, para combater a sensação de frio vai queimar mais calorias nas horas posteriores à sessão (em média, 800 calorias). A crioterapia contribui, ainda, para fomentar processos de metabolismo, reduz a ansiedade e a fatiga, melhora o sono e estimula o sistema imunitário.

Ora, e posto isto, avalia-se que acontece uma espécie de regeneração e, também, um rejuvenescimento.

Em razão do exposto, bem podíamos chamar ao CR7, o senhor Criogénio. E com este tema podemos desmitificar a “força” energética de certos atletas.