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Furtos em grupo: Prisão efectiva para três mulheres

25 de Janeiro 2018

Três mulheres, acusadas de furto, pertencentes a um grupo de que faziam parte mais quatro, foram condenadas, hoje, pelo Tribunal de Coimbra, a prisão efectiva.

Uma foi punida com sete anos de cadeia e outras duas sofreram penas de cinco anos e meio e de 70 meses de reclusão.

Um homem foi absolvido e outro punido com seis meses de cadeia.

Outras quatro mulheres foram condenadas a penas de reclusão inferiores a cinco anos.

Pode haver lugar à suspensão da execução de uma pena de prisão se ela não exceder 60 meses, caso o Tribunal entenda que a medida é susceptível de ser encarada pelo(a) arguido(a) como uma advertência capaz de lhe fazer arrepiar caminho.

Para as quatro arguidas condenadas a penas menos severas e para o arguido punido com meio ano de cadeia houve lugar a suspensão da execução das mesmas.

Sete mulheres e dois homens, de etnia cigana, tinham começado a ser julgados em Outubro, sob acusação de autoria de crimes de furto praticados em grupo.

Em estabelecimentos comerciais da Figueira da Foz foram furtados, sobretudo, produtos de higiene e brinquedos.

Supermercados, farmácias, lojas de óptica, ourivesarias e postos de combustíveis de outras localidades também sofreram assaltos.

Segundo a acusação deduzida pelo Ministério Público, houve lojistas que se acanharam de participar a prática de furtos aos órgãos de polícia criminal e outros enveredaram pelo encerramento de estabelecimentos.