Coimbra  17 de Novembro de 2017 | Director: Lino Vinhal

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Empresa de Condeixa é exemplo de investimento da União Europeia

21 de Abril 2017

Sofia Colares Alves, representante da Comissão Europeia em Portugal, vai marcar presença em Condeixa-a-Nova para explicar os benefícios do investimento europeu e para conhecer o impacto desse investimento na empresa Dominó, com sede no concelho.

A visita está marcada para a próxima segunda-feira (24), na praça da República, e vai contar com a presença do presidente da Câmara Municipal, Nuno Moita, e do presidente da Administração da Dominó, João José Xavier.

Durante o encontro, Sofia Alves e Nuno Moita irão divulgar a iniciativa europeia “#investEU”, que materializa a prioridade número um da Comissão Europeia – Investimento que fomente crescimento, emprego e inovação, a empresários, académicos, investigadores e representantes de associações locais e nacionais.

A empresa é, segundo um comunicado da União Europeia, “um exemplo do relançamento da indústria cerâmica com apoios da UE”.

A chefe da representação da Comissão Europeia, irá visitar a Dominó para conhecer de que forma os fundos europeus contribuíram para o sucesso da empresa.

“Mesmo durante os mais difíceis anos de crise, o financiamento e o apoio da União Europeia estiveram sempre presentes. E esse financiamento foi decisivo para que muitas empresas conseguissem manter empregos, ultrapassar desafios, inovar e modernizar os seus modelos de negócio”, explica a UE.

Até ao momento, Portugal viu 13 projectos aprovados no âmbito do Fundo Europeu de Investimentos Estratégicos, pilar financeiro do Plano de Investimento para a Europa, e foram acordados financiamentos a numerosas pequenas e médias empresas.

A Dominó conta, actualmente, com 180 funcionários, mas passou por dificuldades durante a crise. No entanto, soube manter empregos e salários, e exporta agora 65 por cento da produção para 60 mercados; produz – num dia de produção mais intenso – 14 000 m2 de revestimentos e pavimentos. “Esta PME superou o difícil contexto económico e financeiro português do período da recessão e elevou o seu negócio ao investir em exportação e tecnologia”, adianta o comunicado da UE.